Sem fim, sem saída, sem humor sem vida,
até quando somos obrigados a aguentar aquilo que sobre nós se abate?
Sofrendo sem final, vivendo ou passando pela vida sempre com um sentimento de vulnerabilidade, de solidão, de fuga ao vazio que, no fundo, é todo o conjunto de vida para além da minha.
Procuro no cinzento, alguma claridade para mim, mas não encontro, será que tenho a capacidade de procurar?
Recuso-me a dar, ofereço por oferecer,
Ninguém consegue imaginar,
O drama de quem não quer viver.
Entre desafios, dificuldades e afins sou como uma brisa de ar num inverno escuro,
Passando pelos lugares, tocando de leve, como que fugindo, não tenho por enquanto a capacidade de como uma brisa desaparecer.
Um eterno sono, um eterno acordar, um eterno adormecer, um eterno não perdoar,
Palavras que tão "eternamente" ecoam nos meus ouvidos sem, no entanto, eu conseguir perdoar,
Eu me conseguir erguer,
Continuando a não me importar,
Com a palavra viver.
Uma imagem e as mil palavras
Há 12 anos
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